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Terrível perdição, enorme salvação!

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O ser humano estava perdido e todos haviam se tornado igualmente condenados, Deus proveu um maravilhoso plano de salvação cujo centro era a encarnação de seu Filho Unigênito.

“Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram.” Hebreus 2:3

Quando o homem pecou, contraiu uma dívida para com Deus. Previamente o Senhor lhe avisara que se ele escolhesse a desobediência, certamente morreria (Gn 2:17). Já vimos que esta morte era não apenas física, mas espiritual e eterna. Por isso a Bíblia diz que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). O inferno (morte eterna) seria o preço da rebelião e cada ser humano estava condenado a pagá-lo.

Depois da queda no Éden, Deus olhou dos céus e não encontrou um justo sequer (Sl 14: 2,3; Rm 3:10). Em nenhuma geração depois de Adão Ele encontrou alguém que não estivesse debaixo da mesma maldição do pecado. Todos os homens pecaram e foram destituídos da glória de Deus (Rm 3:23 e 5:12). Desta maneira, todos se tornaram devedores e estavam condenados à perdição eterna.

Como o ser humano estava perdido e todos haviam se tornado igualmente condenados, Deus proveu um maravilhoso plano de salvação cujo centro era a encarnação de seu Filho Unigênito. Ele, Jesus, seria o segundo Adão (I Co 15: 45), nasceria sem pecado e teria que viver sem pecado para, finalmente, oferecer-se como sacrifício para pagar a dívida, não sua, mas de todos os pecadores.

A encarnação de Cristo é uma das verdades mais maravilhosas e fundamentais da Bíblia. O Verbo, o próprio Deus, se fez carne e viveu na terra (Jo 1:14). Ele foi nascido de mulher (Gl 4:4), era 100% humano e veio para enfrentar todas as agruras e tentações dos homens. Entretanto, não nasceu debaixo da maldição do pecado porque, gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria, era também 100% divino, Filho do Altíssimo (Lc 1:32,35).

Jesus era ao mesmo tempo o Filho do Homem (Mt 26:2; Mc 9:31; 10:45; Lc 12:8) e o Filho de Deus (Mt 14:33; Mc 1:1; Lc 1:35). Como Filho do Homem, era limitado e sujeito a enfrentar todas tentações e necessidades dos homens. Como Filho de Deus, era santo e glorioso, livre da herança maldita deixada pelo primeiro Adão. Sua missão seria, portanto, preservar esta vida de santidade, como homem vencer o pecado e, finalmente, oferecer seu sangue pela expiação do pecado de todos os homens.

Satanás fez tudo o que pôde para levar Jesus de Nazaré ao pecado. Da tentativa de despertar sua vaidade ou a dúvida em seu coração (Mt 4:1-11) até o extremo sofrimento da cruz, o diabo usou todas as estratégias para fazê-lo cair. Ele  foi tentado em tudo, mas não falhou (Hb 4:15). Durante sua vida terrena, Jesus experimentou as coisas mais difíceis que um ser humano pode experimentar, mas manteve-se em perfeita comunhão e obediência ao Pai.

Quando João Batista viu Jesus às margens do Jordão, prestes a começar seu ministério público, profetizou: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Ela já estava apontando para o sangue justo que seria derramado na cruz. O sangue de animais que vinha sendo oferecido desde o Éden como expiação pelos pecados dos homens seria substituído por um sangue superior (Hb 9:13,14), o do Justo, Filho de Deus.

Jesus não tinha obrigação de morrer. Ele não contraiu a dívida do pecado, portanto não estava obrigado a pagá-la. Mas decidiu oferecer-se como propiciação pelos pecados dos homens (Hb 2:17; I Jo 2:2). Assim, sua vida foi uma oferta de amor (Gl 2:20). No Jardim do Getsêmani, o peso dessa escolha chegou ao seu primeiro momento mais dramático. O homem Jesus temeu a cruz, mas não a recusou (Lc 22:40-44). Ele sabia que o cálice era amargo e sua alma perturbou-se profundamente até ao pavor. Mas ninguém o estava obrigando a passar por aquilo. Ele mesmo disse: “Ninguém toma a minha vida. Eu voluntariamente a dou” (Jo 10:11,17,18). Desta forma Ele cumpriria a vontade do Pai e a missão para a qual foi enviado.

Ao aceitar a cruz, Jesus estava se dando como substituto dos pecadores. Aquela morte terrível era o que cada homem merecia por causa da rebelião. Mas Ele apresentou o seu sangue como resgate por nós (Mt 20:28; I Tm 2:6), já que éramos reféns de Satanás.

A conquista da cruz é maravilhosa! Por causa do sacrifício vicário de Jesus, o homem voltou a ter direito a tudo quanto havia perdido no Éden, bastando para isto crer, arrepender-se de sua rebelião e sujeitar sua vontade novamente a Deus. Ignorar o que o Senhor fez é o pior de todos os pecados. Viver à revelia de tão grande amor é crucificá-lo novamente. Por isso, depois da cruz de Cristo, a única alternativa coerente e justa que nos resta é render-nos para sempre a Ele e viver conforme sua vontade.

 

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