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Os três níveis da prosperidade

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Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. (Hebreus 11:6)

Estou absolutamente convencido em meu espírito de que este é o tempo de prosperar. A vontade de Deus é fazer-nos superabundar em tudo (finanças, família, relacionamentos, ministério, etc...). Sei disso, não só porque a Bíblia está cheia de promessas de prosperidade, mas porque há uma testificação do Senhor em meu coração de que este é o tempo de provarmos esta verdade.

Deus nos deu alguns sinais para consolidar essa direção em nosso coração. Na última grande reunião profética de nossa igreja, a Noite das Luzes, em 30 de dezembro, o Espírito me incitou a liberar uma palavra profética no momento das ofertas. Eu disse que era tempo de fazer semeaduras sobrenaturais para experimentar colheitas sobrenaturais e que, para alguns ali, o Senhor estava dizendo que o ano ainda não havia acabado, embora fosse já dia 30 e o dia seguinte fosse de recesso bancário e estivesse espremido entre um domingo e um feriado... Um dos meus doze tomou aquela profecia. Ele havia separado uma oferta especial de gratidão para aquela noite, como costumamos fazer no último culto do ano, mas naquele momento sentiu que deveria transformá-la numa oferta de fé. Preencheu o novo cheque, num valor maior e entregou no altar... No dia seguinte, entrou na Internet para conferir seu saldo bancário e um depósito de R$ 11.000,00 havia sido feito, um acerto do tempo em que ele ainda trabalhava na Justiça Federal, vários anos atrás, algo completamente inesperado e improvável de acontecer numa segunda-feira como aquela.

Outro discípulo, um dos nossos músicos, também creu na palavra e ofertou naquela noite. Ele estava tentando comprar uma chácara, mas o proprietário havia dito que só negociaria depois do final do ano. Como, porém, Deus disse que antes do ano acabar Ele faria milagres, na segunda-feira esse irmão resolveu procurar de novo o dono do imóvel. Resultado: fechou negócio naquele dia por menos de 2/3 do valor real. Mas o mais impressionante ainda estava por acontecer. Um ano antes, na Noite das Luzes, Deus lhe havia pedido que ofertasse uma pulseira de ouro maciço, que seu pai lhe tinha dado. A princípio, ele resistiu, tanto pelo valor monetário do objeto, como principalmente pelo valor emocional, mas finalmente semeou aquela pulseira. Pois bem, exatamente um ano depois, no dia em que estava comprando a chácara, o proprietário, que não era crente e nem sabia de nada, lhe disse: “Vem cá, eu gostei de você... Quero lhe dar um presente. Estende a sua mão...” Quando ele o fez, o homem colocou uma pulseira de ouro maciço em seu braço, de valor maior do que a que ele ofertara, e disse: “É sua!”

São apenas testemunhos, sinais do que Deus quer fazer, se entendermos seu coração com relação ao tema “semeadura financeira”.

Há muita confusão e polêmica em torno do assunto prosperidade na igreja atual, especialmente quando o foco é finanças. Há aqueles que pregam uma teologia altamente materialista, ambiciosa, pessoas que praticamente resumem a vida cristã no verbo “ter”. No outro extremo existe uma teologia trapista, advogando a miséria como marca de espiritualidade verdadeira e confundindo humildade com pobreza. Para estes, Deus não está interessado em prosperar seus filhos nesta terra.

A verdade é que, se o principal da vida não está em propriedades e bens, Deus tem um desejo intenso de fazer com que seu povo viva “por cabeça e não por calda, empreste a muita gente e não precise pedir emprestado” (conf. Dt 18:12,13). Isso não exclui lutas e provas de nossa trajetória, mas indica o  propósito geral do Senhor para com seus filhos.

A vontade de Deus em nos abençoar é a base para nossa prosperidade. Isso se chama “graça”. Entretanto, a graça é oferecida por Ele e desfrutada por nós à medida em que respondemos adequadamente ao seu plano. Ou seja, há segredos que acionam e trazem à nossa realidade aquilo que Deus preparou para desfrutarmos.

A estes segredos chamamos princípios espirituais. São leis que regem o mundo de Deus e que permeiam todas as áreas da nossa vida.

No quesito prosperidade há segredos também. Determinadas atitudes que mantemos acionam o poder de Deus para que tenhamos sucesso naquilo que empreendermos. Na verdade, cada um desses segredos nos leva a desfrutar das promessas celestiais num determinado nível.

O primeiro segredo e nível é o da fidelidade. É o nível mais básico na nossa relação com Deus. Ele estabeleceu padrões e nós temos que obedecer, sob pena de sairmos do raio de sua cobertura abençoadora e ficarmos expostos à influência do mundo natural e do reino das trevas.

Quando alguém traz seus dízimos ao altar, por exemplo, não está fazendo mais do que sua obrigação. A Bíblia é enfática em dizer que os dízimos de tudo pertencem ao Senhor e precisam ser entregues em sua Casa. Malaquias chega a profetizar que aquele que não faz isso está roubando a Deus e se colocando debaixo de maldição (conf. Mq 3:8-10). Não é uma questão de escolha. Há uma ordem explícita na Palavra e temos que obedecê-la. Entretanto, ainda que não seja mais do que nosso dever, há um nível de prosperidade acionado pela obediência. Aos que dizimam fielmente, Deus promete “abrir as janelas do céu e derramar bênção de abastança”. Portanto, fidelidade gera prosperidade!

O segundo segredo de sucesso é a gratidão. Ele está um pouco acima do nível da fidelidade porque, baseado num reconhecimento da bondade do Pai, o crente que tem um coração grato semeia além daquilo que lhe é exigido, como uma maneira de demonstrar seu contentamento.

Esse tipo de atitude move o Senhor. Quando semeamos, seja dinheiro, tempo, trabalho ou qualquer outra coisa, porque somos gratos a Deus pelo que Ele já fez, estimulamos seu desejo de abençoar-nos mais ainda, pois no final das contas a glória está voltando pra Ele.

O que você apreciaria mais: um filho obediente, ou um filho que, além de obediente, é grato, está sempre fazendo demonstrações de que reconhece seu amor por ele? Claro que é a segunda hipótese! Pois bem, Deus também espera de nós mais que obediência...

Mas há um terceiro nível que precisamos vivenciar e ele é muito mais poderoso que os dois primeiros, embora dependa deles para se fundamentar: o nível da fé.

“Sem fé é impossível agradar a Deus”, sentencia o escritor das carta aos Hebreus, e justifica: “é necessário que aquele que busca a Deus creia que Ele existe e é galardoador dos qui o buscam”. Esta palavra “galardoador” aparece na Tradução Brasileira da SBB como “remunerador”, o que denota a idéia de troca.

Confesso que eu tinha uma enorme dificuldade de ofertar ao Senhor objetivando receber um retorno. Tinha a sensação de que isso anulava a graça e obscurecia meu coração sempre cheio de gratidão. Preferia ofertar olhando para trás, reconhecendo o que Deus já havia me dado, e nunca olhando para frente, esperando receber mais. Isso me parecia “mais espiritual”. Entretanto, os meus olhos foram abertos pela Palavra e eu percebi que quem propõe a troca é o próprio Deus. É Ele quem diz: “aquele que semeia pouco, colhe pouco” e “aquele que semeia muito, colhe muito” (conf. II Co 9:). É Ele quem nos incita, ao dizer: “Fazei provas de mim, diz o Senhor, se eu não vos abrir as janelas do céu...” (Mq 3:10). Portanto, quando eu semeio em fé, crendo que aquela semente produzirá um retorno proporcional à sua qualidade, eu estou agradando a Deus!

Agora, tem uma coisa: a fé sempre está além da nossa margem de segurança. Ela envolve loucura, exige de nós aquilo que o natural rejeita. Semear o que não me faz tanta falta talvez atinja o nível da fidelidade e até da gratidão, mas nunca será reconhecido no céu como uma atitude de fé. Porque? Porque “a fé é certeza de coisas que se espera (aquilo que não tenho ainda), convicção de fatos que não se vêem” (Hb 11:1). Se, ao decidir trazer uma oferta, a sua razão não grita contra, dizendo pra você que aquilo é um exagero, uma loucura, provavelmente o que você está dando ainda não atingiu este nível do sobrenatural da fé porque a fé é um salto em Deus... De olhos fechados! Só faz quem sabe que vai se dar bem...



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