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O imensurável amor de Deus - parte 2

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O amor de Deus é firme e constante. Não é uma paixão passageira, não depende do seu humor, nem das circunstâncias, nem dos nossos acertos. Ele não apenas ama, como os homens. Ele é amor!

“A fim de poderdes compreender... qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus.”  Efésios 3:18-19

O apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos, no capítulo 8, versos 38 e 39, diz: "Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor".

Isaías revela a verdade desse amor que não acaba com as seguintes palavras: "Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei...” (Isaías 49:15-16).

O amor de Deus alcança o nosso passado, presente e futuro. Ele não nos amou apenas depois que nos convertemos. Sua graça alcançou o nosso passado e nos espera em nosso futuro.

Ouvi a história de um pastor que caiu em adultério e, mesmo depois de cumprir três anos de afastamento do ministério e de ter restaurado seu casamento, não se sentia digno de voltar ao púlpito, ainda que sua denominação o quisesse. Não havia argumento que o convencesse do perdão completo. Então, um ministro que o acompanhava, buscando a Deus sobre o assunto, teve um sonho. Ele se viu numa grande sala, cercado por muitos livros e anjos. Ao perguntar a um dos anjos que livros seriam aqueles, foi informado de se tratava dos registros da vida de cada pessoa. Ele, então, pediu e obteve permissão para folhear o livro da vida de seu amigo, o pastor que havia caído. Leu o relato do dia do seu nascimento, de sua conversão, de seu casamento, da ordenação ao ministério...

Enquanto lia sobre os momentos marcantes daquela vida, sua curiosidade crescia quanto ao que estaria na página do dia em que ele pecou. Apressando-se por chegar lá, qual não foi a sua surpresa! A página estava em branco! Indagou, então, ao anjo o porquê daquilo. A resposta foi: "Desde o dia em que este homem se arrependeu, a ordem do Senhor foi que aqui no céu se esquecesse para sempre o que ele fez naquele dia".

Sim, o amor de Deus é longo! Ele nos ama, desde sempre e para sempre!

Paulo também nos fala sobre a altura do amor de Deus. Eu creio que isso faça referência ao seu caráter sacrificial. Ele nos amou ao ponto de fazer a longa viagem do Céu à Terra. A encarnação e morte de Jesus Cristo foram o cúmulo do amor. O Santo e Eterno aceitando os limites do homem e o castigo dos seus pecados! É sobre isso que fala Filipenses 2:5-8: "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz".

A vida que Jesus viveu foi uma renúncia inimaginável. Podemos ver o Todo-Podoso em figura humana, nascendo num cocho de animais, fugindo nos braços de José para o Egito, a fim de preservar a própria vida - Imagine, Ele que é o Autor da Vida! - crescendo na simplicidade de uma aldeia em Israel, sofrendo todas as tentações dos homens... Jesus desceu muito por amor!

Como se não bastasse todo o esvaziamento a que se submeteu na encarnação, a morte que Jesus aceitou foi uma viagem aos lugares mais baixos da terra. Escárnio, açoites, traição, insultos, dores, solidão, morte, inferno... Jesus desceu vertiginosamente para nos resgatar. A morte foi uma escolha do seu amor! Não foram os homens que o mataram. Só de dizer “sou eu”, todos os brutamontes que vieram prendê-lo caíram, por duas vezes, no Getsêmani. Mesmo assim, Ele voluntariamente se entregou!

A altura do amor de Deus, porém, não fala só do tanto que Ele teve que descer. A viagem que Jesus fez desde as alturas do céu para nos salvar, nós fazemos agora com Ele, na direção inversa! Seu amor não se revela apenas na encarnação e paixão, mas também na sua glorificação. Ele nos fez participantes da sua vitória! Veja o que diz Hebreus 9:10-11: "vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem. Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles". E o que dizer de I João 3:1-2? "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus... Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-lo como Ele é".

 

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