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Juntando gente para a salvação

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Sem uma revelação e confissão individual, pública e genuína de Jesus como Senhor (dono) das nossas vidas, é impossível sermos salvos. De nada nos aproveitará uma família estruturada, amigos em redor e dinheiro sobrando no banco...

Nesses dias corridos e atropelados em que vivemos, há algo tão desafiador quanto necessário que não podemos negligenciar nos nossos relacionamentos: Oportunidade para reunir os parentes e amigos mais íntimos para um tempo realmente proveitoso. Muitas vezes não encontramos motivo relevante para tal convocação. Lucas narra no capítulo 10 de Atos a história de um homem que encontrou uma razão especial para chamar “os mais chegados” numa reunião que mudaria para sempre o destino de suas vidas e famílias. Seu nome era Cornélio.

Cidadão romano e religioso fervoroso, Cornélio era um homem piedoso e temente a Deus com toda a sua casa; um centurião da corte italiana que dava muitas esmolas e de contínuo orava a Deus (vs. 1 e 2).

Parece-nos um bom “currículo”, não? Um homem de boa índole, bem suprido e que buscava a Deus. Afinal, não lhe faltava família, amigos, dinheiro, reputação, honra, boa religião, bondade, boas obras e orações. No entanto, Deus precisou enviar um de seus anjos para lhe alertar, que o principal estava ficando de fora: A SALVAÇÃO. E como o próprio Jesus disse: “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder sua própria vida?”.

Apesar de todas as bênçãos e privilégios que gozava, Cornélio, seus amigos e parentes precisavam ouvir de Pedro (o apóstolo) a mensagem que pode fazer de todo ser humano perdido uma nova criatura; de toda mulher rejeitada ou abandonada, uma princesa de Deus; de toda ferida aberta, um testemunho de cura e restauração; de toda família destruída um lar de bênçãos; de todo jugo e vazio religioso, uma fonte de vida. Precisavam ouvir e conhecer Jesus de Nazaré!

Talvez lendo a história, possa ainda pairar na mente de alguém, a dúvida de que Cornélio era um homem perdido, sem salvação, como de fato, todo ser humano é. Se for o seu caso, leia então o que Pedro diz nos versículos 13 e 14 do capítulo 11, quando narra aos irmãos da Judéia o que havia acontecido com Cornélio: “E ele nos contou como vira o anjo em pé em sua casa, e que lhe dissera: Envia a Jope e manda chamar Simão por sobrenome Pedro, o qual te dirá palavras mediante as quais serás salvo, tu e toda a tua casa”.

Esse era o motivo pelo qual Cornélio reuniu as pessoas que mais amava: Ouvir acerca da salvação e repartir o que de mais precioso podia receber. Na verdade, não há outra razão mais relevante para reunir aqueles que amamos do que para anunciar-lhes o caminho que pode salvá-los do inferno (da perdição).

Você ainda pode se perguntar: Será que mesmo um homem como Cornélio, ou uma mulher como Madre Tereza de Calcutá, ou Maria mãe de Jesus, pessoas que nunca fizeram mal para ninguém, precisam ser salvos? Romanos 3:23 diz: “Todos pecaram e destituídos (separados) estão da glória de Deus” e ainda, “Não há homem justo sobre a terra, que faça o bem e não peque” (Ec 7:20). Portanto, não há exceção nessa regra. Todo homem está condenado à perdição.

Ouvimos dizer por aí: “Todos os caminhos levam a Deus”; porém Jesus disse que há um só caminho que leva ao Pai: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo14: 6). Religiões não levam a Deus, filosofias e conhecimento também não. O único modo de sermos salvos e chegarmos a Deus é através de JESUS. 
Ouvimos dizer também, que se formos boazinhas, honestas, caridosas e “santas”, estamos com a nossa “vaga” garantida no céu. Isso também não condiz com o que a Bíblia diz: “Porque pela graça sois salvos mediante a fé e isso não vem de vós é dom de Deus, não vem de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8). A salvação não vem de boas obras ou de oração, senão Cornélio e sua casa já estariam salvos. Todavia, Pedro mostrou-lhes que tudo aquilo que possuíam ou faziam não eram suficientes para salvá-los.

Sem uma revelação e confissão individual, pública e genuína de Jesus como Senhor (dono) das nossas vidas, é impossível sermos salvos. De nada nos aproveitará uma família estruturada, amigos em redor e dinheiro sobrando no banco, se não praticarmos o que Deus diz: “Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serás salvos” (Rm 10:9), e ainda: “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante do meu Pai que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus” (Mt 10:32, 33).

Há um evangelho (boas novas) de paz para todo aquele que recebe Jesus como Senhor (At 10:36). Paz interior; paz de consciência; paz na família; paz nos negócios; paz no “travesseiro”... Para esses, que de criaturas passaram a ser filhos de Deus, a salvação é o começo de uma nova vida que experimentará restauração, cura, libertação e muito poder de Deus.

Vale à pena abrir o coração para o Rei Jesus, ser salvo, e deixá-lo guiar-lhe pela sua Palavra, tal qual Cornélio, sua casa e seus amigos fizeram. Esse é o maior tesouro que podemos compartilhar com alguém.

JESUS SENHOR, O MAIOR BEM QUE O HOMEM PODE POSSUIR E A ÚNICA SALVAÇÃO NECESSÁRIA PARA TODOS NÓS!

 

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