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Verdadeiramente livres

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A verdade de Deus é única e absoluta. Ela realmente liberta, quebra cadeias e prisões. Muda paradigmas, padrões de pensamentos e comportamentos. Conhecê-la e fazê-la conhecida é a única chance que temos de saber o que é liberdade.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)

Uma das vontades mais emergenciais do coração de Deus é o Seu desejo de tornar conhecida de todos os homens a Sua verdade. A verdade de Deus é única e absoluta. Ela realmente liberta, quebra cadeias e prisões. Muda paradigmas, padrões de pensamentos e comportamentos. Por isso, o texto nos fala que a primeira postura do Senhor Jesus, em relação àqueles que haviam acabado de crer Nele, foi de consolidá-los na verdade.

Jesus nos ensina a consolidar uma nova vida apresentando três pilares sobre os quais devemos edificar. O primeiro pilar é permanecer em Sua palavra. Amados, muitos têm crido no Senhor nesses últimos meses. Mas o segredo não está em ganhar, e sim no consolidar: “Eu vos designei para que vades e deis fruto; e que o vosso fruto permaneça ”.
O segundo pilar é a disposição em assumir a condição de discípulo. O discípulo não faz aquilo que quer; o discípulo é tratável e flexível; é submisso. Porém, quero pensar com você mais profundamente acerca do terceiro pilar apresentado pelo Senhor: todos nós precisamos de libertação.

Os escribas e fariseus, ou seja, os religiosos da época, não compreenderam a afirmação do Senhor. Talvez, você e eu também nos sintamos desconfortáveis com tal afirmação. Porém, a verdade é que precisamos de libertação.

Existem duas considerações que me deixaram perplexo quando me detive no estudo deste texto. A primeira diz respeito à raiz da palavra verdade e da palavra libertação. Ambas, possuem a mesma raiz. A outra diz respeito ao tempo verbal que é futuro. Isso é suficiente para me convencer de que só poderá existir verdadeira libertação quando houver, antes de mais nada, o conhecimento da verdade. Pode parecer óbvio mas o que muda, na prática, é o fato de que para que haja uma verdadeira libertação não é necessário haver manifestação de um determinado demônio. A verdadeira libertação ocorre no nosso entendimento, quando absorvemos a verdade absoluta de Deus. É a diferença entre informação e revelação, que tanto temos falado.

Sendo assim, a verdade que liberta precisa passar, imprescindívelmente, por três caminhos. O primeiro caminho é o caminho do confronto. Quando estudamos os vs. 3 a 11 do mesmo capítulo de João (a mulher apanhada em adultério), podemos perceber com muita clareza o confronto que houve.

Não vamos nos deter em alguns detalhes que foram omitidos pelos religiosos da época, como, por exemplo: porque o homem apanhado em adultério também não foi levado até Jesus? Era o que a Lei exigia. Todo confronto precisa de um referencial de julgamento justo e faz-se necessário, estabelecermos desde já, a palavra de Deus como nossa única regra de fé e prática. Ela é verdadeira e absoluta. Ela é a verdade que liberta!

Um segundo caminho é o caminho da consciência. Poderíamos definir consciência como um tribunal que tem a capacidade de julgar todos os processos que lhe são submetidos. Considerando ainda alguns riscos que nossa consciência corre: Primeiro, de ser contaminada pelos valores e padrões estabelecidos pelo mundo (valores morais, sociais e espirituais - Tito 1:15). Também porque nossa consciência pode ser cauterizada (1ª Timóteo 4:1 e 2), cauterizada pelo pecado e pela profanação daquilo que é sagrado.

Um terceiro caminho é o caminho da atitude, da mudança de comportamento. A palavra de Jesus para aquela mulher foi: “... vai e não peques mais”. Se você e eu queremos verdadeiramente ser livres, precisamos assumir o compromisso de irmos e fecharmos todas as brechas que têm sido legalidades para que os demônios nos oprimam.

Você consegue perceber que o nível do seu entendimento e de sua postura em relação a verdade de Deus irá determinar o nível de libertação que provará em sua caminhada cristã? Na maioria dos casos, não se trata de expulsar o “Preto Velho”. Trata-se, sim, de tratar a natureza velha que por vezes se levanta para nos envergonhar. Trata-se, sim, de trabalharmos o caráter que se nega acintosamente a ser mudado. O “Preto Velho” sai e daqui duas horas volta porque o freguês insiste em colocar na boca mais um cigarro. A “Pomba Gira” sai e daqui duas horas volta porque a pessoa decide mais uma vez acessar um site impróprio, ou um programa de televisão indecente; ou ainda, vestir aquela roupa sensual. A amargura sai, mas logo volta porque não se resolve perdoar; a miséria sai mas de repente volta porque a postura de ser fiel a Deus nos dízimos e nas ofertas não é adotada.

O problema maior não são os demônios. O problema maior é o caráter que precisa ser tratado. Provérbios diz que mais poderoso é aquele que se domina do que aquele que conquista cidades.

“Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres ”. Deus está empenhado em levantar um povo livre para libertar esta cidade de todas as amarras que lhe foram impostas. Mas essa libertação depende de mim e de você. Decida hoje ser liberto!

Por autor

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