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Gratidão: A rota da prosperidade

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Há um feriado nos Estados Unidos que sempre me chamou a atenção. Trata-se do segundo feriado mais importante para os norte-americanos: o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving, em inglês).

Então Jacó orou: “Ó Deus de meu pai Abraão, Deus de pai Isaque, ó Senhor que me disseste: 'Volte para a sua terra e para os seus parentes e eu o farei prosperar'; não sou digno de toda a bondade e lealdade com que trataste o teu servo. Quando atravessei o Jordão eu tinha apenas o meu cajado, mas agora possuo duas caravanas – Gênesis 32:9-10

Desde o ano passado tenho sentido uma inquietação em relação a esse feriado, desejando vê-lo resgatado no Brasil. Digo “resgatado” porque, na verdade, o Dia de Ação de Graças é oficialmente data comemorativa (não feriado) no Brasil, desde 1949. Segundo a lei que o instituiu, ele deve ser celebrado na quarta quinta-feira do mês de novembro. Neste ano, ele será comemorado no dia 24 de novembro. Há, inclusive, um movimento no Brasil trabalhando pelo resgate dessa data. Esse movimento chama-se DNAG (Dia Nacional de Ação de Graças). Seu objetivo é levar o Brasil a esse resgate, e fortalecer a data até 2014.

Essa inquietação me sobreveio, de maneira particular, porque eu reconheci uma deficiência e uma limitação em mim: ausência de GRATIDÃO. Percebi que um dos maiores pecados é a ingratidão, que eu defino como o simples fato de não reconhecermos um favor recebido. O próprio Jesus falou a respeito desse pecado, no episódio em que dez leprosos foram curados por Ele, e apenas um retornou para agradecer o milagre (Lucas 17:12-18).

Observando o texto acima (Gn 32:9-10), observo que a gratidão foi a chave para que Jacó prosperasse. A gratidão, no caso de Jacó, foi expressa de quatro maneiras.

Em primeiro lugar, diz o texto que Jacó orou. O que é oração, se não “falar com Deus”? Assim, não se concebe expressar gratidão a Deus sem que haja uma vida de oração. A maior dificuldade que enfrentamos em expressar amor e gratidão a Deus talvez advenha do fato de não reconhecermos que fomos muito perdoados (Lucas 7:41-47). Não há prosperidade que não passe pela gratidão, e não há gratidão que não passe pela oração. Jacó orou!

Uma segunda maneira que revela o quanto Jacó era grato, foi o fato de ele reconhecer que tinha uma origem, que tinha “pais” sobre si (Abraão e Isaque). Será que nos lembramos de agradecer pelo fato de termos pais espirituais? Será que reconhecemos o depósito de Deus na vida deles? Jacó reconheceu que as bênçãos que recebia vinham também do fato de que havia promessas feitas a seus pais que encontrariam seu cumprimento na vida dele e de seus descendentes.

Ainda, assim como Jacó, devemos reconhecer que Deus nos traz direção. “...que me disseste: 'Volte para a sua terra e para os seus parentes e eu o farei prosperar'...” Para Jacó, e para seus pais, houve momentos em que Deus trouxe direção que, ao início, pareciam sem sentido. Mas eles a receberão, e exercendo fé, viram Deus honrar sua atitude de obediência.

Finalmente, percebo que Jacó reconhecia sua condição, ao afirmar “sou indigno de todas as misericórdias...”. Jacó ofereceu presentes a seu irmão Esaú, em seu caminho de volta à sua terra. Esses “presentes” deixariam pasmados os bilionários de nossos dias. Em vinte anos, Deus fez o “cajado” de Jacó (seu único bem, na época) tornar-se em uma imensa fortuna. Mas ele sabia, que aquilo que tinha não era resultado de seu esforço pessoal, mas sim, do favor de seu Deus.

Que cada um de nós possa seguir esse caminho, e usar essa chave, para entrar no melhor que Deus tem preparado. Gratidão!

Por autor

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